LOUÇAS

Algumas peças e materiais são parte importante na construção ou reforma do ambiente, outras são essenciais. Esse é o caso dos vasos sanitários.

Vasos Sanitários

A indústria ano a ano incorpora design, soluções de acabamento, cores e outras soluções. A porcelana segue como matéria-prima básica na maioria dos modelos. O inox também é usado em bem menor escala. Vê-se em alguns produtos importados um cuidado com esmaltação em toda superfície do “tubo final” da louça esmaltada o que confere maior poder de higienização.
Os modelos podem ser com e sem uso de válvula e ou caixa cisterna embutida. Há modelos convencionais (para uso de válvula) seja na versão “de piso” ou do tipo “suspenso” (o vaso é instalado em suporte fixado a parede ou a cisterna embutida) caixa acoplada. Há modelos com caixa acoplada integrada e ainda modelos com caixa do tipo “monobloco” onde a louça se funde em uma peça única (vaso e caixa).
Hoje os acabamentos variam em acetinado e brilhante (convencional).
Era comum na década de setenta encontrarmos opções variadas de cores, depois, mais adiante (nos anos oitenta) apareceram o preto, cinza, bege e somado ao branco, permaneceu como as opções disponíveis até pouco tempo quando surgiu o marrom e mais recente, novamente, algumas opções de cores mais ousadas (em raras marcas). Fato é que o vaso de uso diário, por uma sugestão relacionada a saúde, segue em quase 100% das especificações na cor branco o que permite melhor (e necessária) observação do conteúdo a ser lançado, por isso sugerimos a ousadia para lavabos onde os moradores quase não fazem uso do ambiente quase exclusivo a visitas/convidados. Na Expo Revestir 2019, uma marca lançou o que talvez fosse o sonhos dos arquitetos/designers de interiores: vasos com cores variadas e seu interior em branco ou seja, o “combo” ideal para especificações diversas.
Lembramos que, por fim, com o desuso do antigo bidê e como alternativa a ducha higiênica, é possível encontrar vasos com assentos com sistemas de higienização pessoal com posicionamento ajustável para uso feminino e masculino já integrado.
Alguns modelos vão além e identificam a presença do usuário levantando a tampa automaticamente, pré-higienizando a peça, aquecendo o acento, controlando a pressão da ducha integrada, sistema de secagem por fluxo de ar, e ofertando além de sistemas avançados de controle de fluxo d’água (descarga) até mesmo uma pré-análise dos dejetos com envio desta análise via software diretamente ao email do usuário (em apresentação de uma marca japonesa em uma feira nos EUA).
Esses sistemas ainda se mostram pouco acessíveis por questões econômicas, já no Japão, são encontradas pelo por valores menores que um iPhone.

       

Caixa de Descarga

A caixa de descarga/cisterna serve para facilitar a manutenção de vazamentos e diminuir o consumo de água. Hoje praticamente todos sob sistema Dual Flux (tecnologia que libera água conforme o tipo de dejeto).
Os modelos são do tipo caixa acoplada como uma peça a parte fixada ao vaso, do tipo monobloco como uma peça única fundindo vaso/caixa ou do tipo embutida/camuflada normalmente instalada em rebaixo realizado na alvenaria ou sobre a alvenaria e sob fechamentos em drywall. Este sistema é encontrado em versões denominadas “Slim” que oferta baixa espessura/profundidade (em média 8mm).
Esta última opção oferta vários modelos (cores/acabamentos) de placas de acionamento, até mesmo em vidro e com sistema touch de acionamento.

 

 

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