Fundada em 2013, a Miscellanea Casa nasce da observação e percepção de seu fundador, o Designer Sergio Rota.
À frente do desenvolvimento de projetos, coordenação e execução dos serviços da empresa Rota Móveis, e também, do escritório de
Design de Interiores Sergio Rota, ele enxergou um novo nicho de mercado que não era explorado.
Na união de seu conhecimento fornecedor x cliente, percebe que a composição e integração dos produtos e serviços é pouco explorada.
Sendo assim, une as três partes; projeto, produto e instalação; em apenas um lugar, na Miscellanea Casa.

Especializada em soluções para Arquitetura e Design de Interiores para ambientes residenciais e comerciais, a Miscellanea Casa oferece desde 2013 um portfólio completo de serviços e produtos premium, composto pelas mais conceituadas marcas, nacionais e internacionais.

Fundamentada em sua experiência adquirida desde 1968, através da marcenaria de fino acabamento Rota Móveis (empresa do grupo), a Miscellanea Casa atua com uma equipe completa de profissionais especializados em arquitetura, design moveleiro, design de interiores e lighting design tornando-se referência de mercado em Projetos Exclusivos, Assessoria e venda técnica de produtos de acabamento (além de serviços e soluções) sob amplo portfólio, atendendo o consumidor final e profissionais da área.

Para o consumidor, o cuidado se dá na realização da venda técnica, zelosa, considerando todas as variáveis possíveis do ambiente e/ou entorno para qual fará parte o produto que nos é consultado e ou solicitado. Esse cuidado é traduzido em visitas técnicas, registro fotográfico, especificação com inúmeras possibilidades que variam entre estilo e orçamento.

Para profissionais, a modalidade de atendimento se estende também na oferta de medições e paginações (sob contrato), separação de materiais a partir de um escopo que nos é passado pelo profissional, sala de reuniões e disponibilidade de todo material impresso e físico do showroom, além dos programas internos de parceria, atendimento com hora marcada e sistema de chofer para deslocamento na capital.

Por essas e outras razões, a Miscellanea Casa se destaca na maneira de atuar no mercado de acabamentos e soluções voltados para o segmento.

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SERGIO ROTA – DESIGNER DE INTERIORES – UM POUCO DE SUA HISTÓRIA

Não há como falar da recém história da Miscellanea Casa sem falar sobre seu criador, o designer de interiores Sergio Rota.
Nascido em 1969, Sergio herdou do pai o amor pela marcenaria.
É na marcenaria de seu pai, fundada em 1968, onde ele passava alguns dias de sua pré-adolescência que ele irá aprender mais sobre o ofício tendo o pai como mestre.
Dos brinquedos feitos com toquinhos de madeira na infância, Sergio passou a aprender com o pai as medições e o processo de criação e produção dos móveis produzidos na empresa.
Ele lembra com muito carinho do tempo que passava com o pai acompanhando-o em visitas para medições e conversas com clientes.
Atraído pelos croquis que seu pai elaborava ou ainda alguns projetos/perspectivas que chegavam vindos dos “decoradores” da época.
Para execução na “fábrica” (como até hoje chamam a marcenaria instalada em prédio próprio com 1200m) foi aprendendo de forma amadora a arte de desenhar.
Sempre curioso e intenso com os temas de interesse, apaixonado por carros (paixão herdada de seu avô materno), Sergio desenvolve o sonho de se tornar designer de automóveis.
Vale dizer que sua paixão por carros dura até hoje.
Como nos anos de sua pré-adolescência não haviam cursos específicos voltados para a área, Sergio passa a fazer cursos e aulas voltados para outros tipos de desenho, o clássico por exemplo.
Assim, se dedica a melhorar sua habilidade e faz tudo possível para “passar para o papel” tudo o que criava em sua mente.
Neste período, seu pai entra em uma sociedade e abre uma segunda loja de móveis (já possuía uma na zona oeste de SP).
Nesta nova loja, às terças e quintas o expediente seguia até as 22h.
Nesses dias, após a escola, Sergio ficava com seu pai até a hora de fechar.
Isso lhe deu a oportunidade de observar uma enormidade de peças (estantes, mesas, poltronas e estofados) e, o melhor, um dos funcionários de seu pai que era – como se chamava na época – decorador.
Um japonês talentoso e paciente de nome Suzuki e que elaborava os projetos e perspectivas, em papel vegetal e lápis de cor sobre uma enorme e saudosa prancheta verde.
Foi da observação de sua forma de criar e desenvolver uma peça de mobiliário ou ambiente que Sergio passa a se interessar pelo design de interiores.
O sócio de seu pai, vendo o interesse e habilidade do jovem (na época com 13/14 anos) e conhecendo suas habilidades, começa a “desafia-lo” a fazer desenhos dos móveis e objetos que estavam na loja.
O tal sócio acreditava que os desenhos que Sergio fazia eram de fato bons e queria mostra-los com certo orgulho (a qual Sergio se lembra com carinho e gratidão) aos clientes da loja que reconheciam um certo talento para um jovem garoto.
Assim, Sergio começa a desenhar móveis e objetos, mas isso ainda não era o desenho de criação que é o que ele realmente gosta. Ainda eram desenhos de observação.
Mas seu pai também percebeu o potencial que Sergio tinha para o desenho criativo e o ajudou a desenvolver sua paixão.
Começou a trazer as medições que ele fazia para a marcenaria e a partir de um escopo ou simples croqui, pedia que Sergio desenvolvesse o desenho da peça para o cliente.
Naquele tempo (1983/84) não existia software que fizesse esses desenhos, tudo era feito à mão, na velha e boa prancheta verde, com uso de instrumentos, pena nanquim e outros itens e técnicas que hoje poucos irão se lembrar.
Tudo era muito intuitivo e simples, os caminhos e técnicas, certas ou não, surgiam e os desenhos saiam com certa facilidade.
Sergio até hoje não sabe se de fato o pai apresentava e fechava os negócios junto aos clientes com seus desenhos ou se apenas o fazia como incentivo e treinamento, redesenhando tudo junto a profissionais. Fato é que Sergio via suas peças em produção e era remunerado por isso.
Mais adiante não só eram apresentadas (e executadas) aos clientes como o próprio Sergio realizava alguns atendimentos.
Tomado pelo gosto e paixão pelo que fazia porém em dúvida se deveria escolher arquitetura ou design de interiores, Sergio Rota opta pelo design de interiores, até porque a essa altura já tinha seus trabalhos por aí…
Paralelamente a este, busca aprofundar-se em outros interesses que entendia ser necessário para atuar no mercado que escolhera e assim vai conhecer outras técnicas, desta vez o design moveleiro.
Após um curso especifico que muito o ajudou, nova busca. Desta vez entende que precisa de mais conhecimento e dedica-se por alguns anos estudar história da arte, história do mobiliário, antiquários, tapetes artesanais e mergulha no tema iluminação, uma de suas paixões.
Mais adiante, alguns cursos pontuais de curta duração, seminários, congressos…
Apaixonado pelo que faz, entusiasta e excessivamente crítico do que e como pode (ou deveria) se formar e atuar um designer de interiores, Sergio integra os 70 primeiros profissionais filiados a ABD (Associação Brasileira dos Designers de Interiores – hoje com mais de dez mil associados), busca praticar e atuar apenas sob suas convicções e entende que ainda há um longo caminho para que se valorize e respeite mais e melhor essa profissão.
“Na saúde, quando alguém precisa de uma correção de ordem plástica, não procura um cardiologista, assim, para um projeto de interiores, não se pode buscar outro tipo de profissional”.
Cada cliente, cada projeto, parece ser o primeiro.
Ainda vibra com o que pode fazer (e ainda não fez).
Sergio brinca que se já tivesse ganhado o bastante para não mais trabalhar, continuaria projetando e gerindo seus negócios apenas pelo amor que tem pela criação e pela falta de rotina que cada novo cliente, cada novo imóvel/ambiente, cada história e necessidade impõe. Com sua indefectível sinceridade diz, sobre poder não mais trabalhar, que “a vantagem seria me permitir escolher mais e melhor não o que fazer, mas sim só o fazer a quem de fato se mostrasse intenso, tanto quanto procuro ser. Alguém certo de suas escolhas e respeitoso ao que lhe fosse proposto e que convicto, uma vez aprovado, sem a implementação de alterações sugeridas por terceiros ao longo do caminho como vez ou outra ocorre”.
Ama poder criar e desenvolver peças personalizados para cada projeto de interiores que assina.
Seus ambientes e peças transmitem o caráter e a personalidade da pessoa para quem projeta.
Ao menos busca isso e brinca, “só se o cliente quiser e permitir”.
Juntando todas as suas paixões e especializações, entende a necessidade de ir além do planejado, além do esperado, além do básico.
Em suas criações não se apega a modas e tendências, tanto que suas peças e ambientes se mostram sempre atuais e atemporais (e seus clientes – ao menos aqueles que entendem e reconhecem seu trabalho) afirmam essa máxima.
Seus trabalhos são marcados por um equilíbrio entre cenários leves mas com traços marcantes e em cada detalhe, a tradução do que lhe fora solicitado.
Talvez esse resultado venha da habilidade que tem para escutar a história do cliente, seus sonhos e projetos para o futuro…
Sabe que quanto mais tempo tem para ouvir e mais estabelece a relação de proximidade com o cliente, mais poderá entregar.
Após a aprovação de todo conceito proposto, busca a todo preço (e reconhece que extrapola e briga por isso) a fidelidade de sua criações.
Sergio é crítico de si próprio, minucioso, exigente, “chato” as vezes como se reconhece.
Observa cada detalhe e se necessário, solicita que se refaça o que for, seja por quem for, inclusive peças de sua marcenaria.
Adora um bom papo, “fala muito”…
Sergio é “extremamente vaidoso com o que cria e muito dedicado”.
Por tudo isso, cabe destacar aqui o Prêmio Núcleo Paulista de Decoração como Profissional de Destaque 1997/98, Prêmio Revista Espaço D, menção na extinta EPDA (escritório de pesquisa e divulgação da arte), assinatura de importantes vitrines como Artefacto D&D, Século e By Kamy, além de trabalhos publicados (Decor Book e revistas especializadas) e participações em programas de TV do segmento.
E foi assim, com essa dedicação e know-how, esse gosto por atender bem, essa paixão por desenhar e sua personalidade inquieta que nasceu a Miscellanea Casa.
Mais um marco em sua bela história de dedicação e crescimento.
A Miscellanea Casa surgiu como “uma moldura para um belo quadro”.
O desafio é diário, com eles, erros podem ocorrer, nunca sob contra-ordem técnica, intelectual ou de caráter, mas pela pluralidade de pensamentos, momentos, posturas e pontos de vista, mas a cada situação o exercício do fazer diferente conduz o incansável Sergio Rota a novos sonhos caminhos.
Para quem cria, cada dia uma nova ideia surge, o que confere a miscellanea a repetição dos passos de seu idealizador, recriar-se e adaptar-se sempre.
Talvez por isso a linha de produtos oferecida pela Miscellanea Casa é formada pelos itens mais exclusivos de todos os parceiros e fornecedores, e são única e exclusivamente escolhidos pelo próprio Sergio, tal qual ocorre em suas especificações quando pessoalmente acompanha seus clientes e “reúne escolhas diversas que culminam em bom equilíbrio financeiro, bom gosto e funcionalidade”.
Com o apoio de sua esposa, Mariana, e uma equipe completa de profissionais dedicados e criativos e que em igual peso são peça chave para o sucesso ou a busca desse.
Se você quer saber mais sobre essa história incrível, cheia de paixão e dedicação, e ver seus desenhos e criação na prática, acesse a galeria de projetos ou marque um horário para um bom papo e um café onde o próprio Sergio, como bom anfitrião e apaixonado por boas histórias, irá recebe-lo/a.

Obs.: esse texto é um copilado das impressões e pequenos depoimentos de clientes e fornecedores, além das lembranças do próprio Sergio.